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O Desafio da Internacionalização

A economia portuguesa encontra-se, tal como as demais economias mundiais, a atravessar um longo período de expectativas continuadamente adiadas, obrigando os seus agentes económicos a constantes tomadas de decisões, muitas das vezes de sinal contrário, o que como balanço final pode ser fatal a médio prazo.
Ora, é exactamente neste momento, se torna imperativo internacionalizar a actividade, sejam elas PME ou grandes empresas nacionais, que vêem em países terceiros o instrumento necessário ao seu crescimento, consolidação e projecção.

Tomada a decisão de internacionalizar, o "modus operandi" de abordar o mercado acolhedor é fundamental, senão crucial, para o sucesso da decisão. E aqui, os estudos e diagnóstico do mercado, os constrangimentos legais, fiscais, administrativos e logísticos, a comunicação, a comunidade onde se pretende instalar com todas as diferenças culturais existentes, os interesses aí instalados, e finalmente, mas não menos importante, a escolha do parceiro local, que habitualmente marca a diferença entre o sucesso e o seu contrário. A tudo isto acrescem, programas, instrumentos e protocolos postos à disposição do empresário, quer pela via institucional, nacional ou internacional, quer pelas diversas associações empresariais nacionais, ou do país acolhedor.

Desta forma a internacionalização de uma qualquer empresa, passa pelo conhecimento, pela informação, pela cooperação, pela promoção, pela transferência de I&D, pela parceria, pelo investimento lato sensu no país que irá servir de instrumento aos propósitos enunciados aquando da tomada de decisão: mais e melhor mercado!

Portugal, como País europeu geograficamente considerado, mas economicamente afastado dos mais exigentes mercados globais, não levará a água ao seu moinho, porquanto os rios correm da nascente para o mar e não o seu inverso, enquanto não se capacitar que a sua mais-valia e diferenciação perante terceiros, está naquilo que sempre fez e fê-lo bem.

Falamos obviamente, nos mercados que falam e trabalham em português!

Falamos no cluster do mar, desde os transportes à reparação naval, falamos da indústria dos moldes, do turismo e indústria hoteleira, falamos das grandes obras de engenharia e construção civil, falamos do ensino, falamos da indústria extractiva.

Para o sucesso de tudo isto, tem Portugal uma mais valia, a língua, por enquanto, instrumento fundamental nas relações humanas.

Mas temos muito mais, temos mestria e arte de fazer bem, falta-nos contudo o indispensável apoio institucional, que sobra aos nossos concorrentes europeus, mas também nos falta o espírito colectivo empresarial. Unidos movemos montanhas, sozinhos seremos condenados ao insucesso. Como é possível perdermos a favor deles?
O Brasil, é um gigante adormecido a Ocidente, sendo a China, a Oriente, mas mesmo aqui, temos capacidade de intervenção, mais difícil é certo, mas nada desprezível, desde que devidamente apoiado. África é um continente ainda por explorar onde quase tudo está por se fazer.

Torna-se assim imperativo nacional expandir para as economias emergentes mas desta vez carregados de espírito empreendedor e reivindicativo. As mentalidades de hoje são já diferentes de há 20 ou mesmo 10 anos atrás. A democracia aí implantada fez o resto. As populações começam a exigir dos seus governantes melhores condições de vida, e com isso, oportunidades de negócios em todas as áreas da actividade económica. Torna-se a saída mais certa para o desemprego em Portugal e em consequência para o aliviar das nossas contas públicas.

Portugal já não tem espaço para um crescimento económico sustentável nas próximas décadas pelo que a saída será procurar mercados alternativos, rumar ao Brasil e a África, continentes sobejamente por nós conhecidos. Primeira vantagem competitiva, falam e sentem na mesma língua, segunda vantagem, necessitam de quase tudo, não são electivos, terceira vantagem, e finalmente não menos importante é um regresso às origens de modo consentido, aplaudido e desejado.

Pode dizer-se assim, que a internacionalização das economias e das empresas em particular, apresenta-se como um tema cada vez mais actual e continuamente renovado, suscitado por profundas alterações no posicionamento dos países e das condições em que as empresas, independentemente da sua dimensão, têm de exercer a sua actividade.

Se a empresa se depara com algumas dessas dificuldades, pode recorrer a soluções específicas para atacar a causa dos problemas com que se vai deparar. Isso irá permitir que a sua estratégia internacional alcance o sucesso desejado, bem como os benefícios prometidos pela internacionalização.

Na Mercal Consulting Group são equacionadas todas as opções relativas ao processo de internacionalização mais adequadas para a empresa, desenvolvido e implementado o Plano de Marketing de Exportação aos mais diferentes níveis, para que a empresa possa fazer bem à primeira vez, ser bem sucedida e evitar custos desnecessários de aprendizagem com erros registados frequentemente. Possibilitamos às PME uma internacionalização rápida, devidamente estruturada para os mercados-alvo considerados mais atractivos orientando-as quanto ao tipo de produtos que deverá oferecer, qual a política de preços mais ajustada, onde e como colocar os seus produtos ou serviços e como dar-se a conhecer, obtendo financiamento para as suas iniciativas.



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